domingo, 26 de fevereiro de 2012

7º Congresso de Escola Bíblica Dominical - Participe!!!

A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) realizará no período de 10 a 13 de Outubro de 2012 o 7º Congresso Nacional de Escola Dominical na cidade do Rio de Janeiro. Monte a sua caravana e Participe!!
A versão anterior do evento aconteceu no ano de 2010 na cidade de Maceió - AL. Uma caravana com cerca de 100 irmãos e irmãs das congregações das Assembleias de Deus de Campina Grande - PB recebeu o título de maior caravana do evento, sendo premiada com um Data Show, o qual, atualmente é utilizado nos Estudos de Professores que ocorrem semanalmente no Templo Central de nossa cidade.
Realmente, foi uma grande bênção ter participado deste evento em 2010, e creio que em 2012 iremos receber mais da parte de Deus, aprender muito para que a Escola Bíblica Dominical venha crescer a cada dia e, principalmente, para que o Nome de Jesus seja glorificado através das nossas vidas.
Portanto, aquele que reside em Campina Grande e tiver interesse em prestigiar o 7º Congresso Nacional de Escola Dominical poderá se informar no Templo Central, situado à Rua Antenor Navarro - 693 - Prata.

Com certeza, será uma grande benção para a sua vida cristã.


Por: Rosevan Marcolino de Andrade

domingo, 6 de março de 2011

Escola Dominical no Brasil e no mundo

             A revista "Escola Dominical: Álbum histórico & Cronológico" publicado no ano de 2010 pela CPAD, em sua 2ª edição revisada e ampliada nos traz um breve histórico da Escola Dominical no Brasil e no mundo, como também algumas menções ao sistema de ensino implantado na época em que Jesus viveu na terra.
             Ao analisar o versículo: "Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo;" (Mt 28:19), percebemos que Jesus estabelece a missão de ensinar, através de um verbo no modo imperativo "Ide", Ele ordena a sua igreja que façam discípulos de TODAS as nações. Neste momento, percebemos a instituição dessa missão, que mais tarde servirá de base para a instituição da Escola Dominical.
             De acordo com os autores do texto dessa Revista, "A Escola Dominical nasceu para servir como ensino público gratuito, orientado pelos princípios da educação cristã, vindo posteriormente o governo britânico oferecer o sistema de educação pública e se responsabilizar oficialmente por ele." (ANDRADE et. all., 2010, p. 04). Assim, a intenção primária da escola dominical seria o ensino da leitura e compreensão de textos, tendo por base, os textos bíblicos. Porém, outro tipo de escola que surge na América do Norte é que vai dar origem ao nosso sistema de Escola Bíblica Dominical, pois este modelo é voltado para o estudo direcionado da Palavra de Deus, servindo para a edificação espiritual dos que aprendiam. A partir de então, a Escola Dominical passa a ser um momento especial da semana, pois promovia principalmente a comunhão, o discipulado, de maneira pedagógica, com vistas no engrandecimento do Reino de Deus. Não se pode esquecer de frisar que um dos precursores da Escola Dominical nessa fase moderna foi o inglês Robert Raikes que por volta do ano de 1780 ministrou as primeiras aulas para crianças acerca de instrução moral, aritimética, conhecimentos bíblicos dentre outros.
            No entanto, o ato de ensinar está intrínseco nas linhas e entrelinhas das histórias bíblicas, desde o tempo de Moisés, passando pelos tempos dos reis, bem como pelos profetas, chegando até a Jesus Cristo e a igreja primitiva. Se não fosse essas influências, não teríamos a Escola Dominical de hoje.
            Já no Brasil, o sistema da Escola Dominical foi trazida pelos missiorários escoceses Robert e Sara Kalley por volta do ano de 1855, em Petrópolis no Rio de Janeiro. Embora, apenas cinco crianças tivessem assitido aquela aula inaugural, foi o suficiente para que esta obra florescesse e nos trouxesse benção tal, como é a nossa Escola Bíblica Dominical. (cf. ANDRADE et. all. , 2010). De acordo com Andrade (et. all), "Essa mesma ED deu origem à Igreja Congregacional no Brasil." (ANDRADE et. all, 2010, p. 07).
            É de grande importância conhecer este histórico para que possamos a cada dia aperfeiçoar a nossa Escola Bíblica Dominical para podermos oferecer o melhor ensino no que concerne à Palavra de Deus, fazendo com que vidas sejam edificadas e possam se tornar multiplicadoras dessa Palavra tão maravilhosa que é a Palavra de Deus. Palavra doce como o mel, como se afirma no Salmo 119, versículo 103:  "Quão doces são as tuas palavras! ao meu paladar! Mais que o mel à minha boca.". Louvemos, pois, ao Senhor, que nos deu a opotunidade de sermos parte integrande da Grande Comissão, chamada para pregar esse evangelho.

Por Rosevan Marcolino de Andrade
            
              

domingo, 23 de maio de 2010

Missões: Qual a melhor maneira de realizá-la?

"IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA." (MC.16:15)

Estamos diante de um texto que nos revela a mais importante missão que o Senhor Jesus nos deixou aqui na terra: pregar o Evangelho da salvação a TODA criatura. Porém, existem algumas contestações no que diz respeito à maneira de como se deve fazer missões.
Uma das principais observações a serem feitas é que para se fazer missões deve-se haver preparação, pois, assim como dizia um irmão muito amado meu: "Fazer missões é pisar no terreno do 'cancão' ". Eu concordo com ele no seguinte aspecto: para que o crente possa fazer missões ele precisa ter o mínimo de domínio da Palavra de Deus. Isso implica dizer que quando o crente não frequenta a EBD; não vai ao culto de doutrina, em nosso caso nas terças-feiras; e nem busca o Senhor em oração dificilmente ganhará uma alma para o Reino de Deus. Sem contar que pode ser surpreendido por um endemoninhado e infelizmente não conseguirá ter autoridade de Deus para expulsá-lo.
Outro fator que é importante pensar ao fazer missões é que muitas vezes deixamos almas perecendo em nossas próprias casas em virtude de algum evento missionário. Largamos tudo em prol de um dia "fazendo missões", enquanto nossos vizinhos perecem sem conhecer a Palavra de Deus. É obrigação nossa evangelizar em tempo e em fora de tempo nossos vizinhos, amigos de trabalho, colegas de escola, familiares, etc, pois se Deus nos concedeu a graça da Salvação, temos que exercitar o evangelismo primeiro dentro de nossas próprias casas, mesmo que através de nosso testemunho. Valendo lembrar que o nosso testemunho é apenas uma prova de que Deus realmente nos salvou e nos regenerou, porém, não pode ser utilizado como desculpa de acomodado, em que muitos se apóiam dizendo: "Eu evangelizo só com meu testemunho."
Pratique o evangelismo dentro dos ônibus, no centro da cidade, não tenha pena de comprar um cento de folheto por R$ 1,50 para entregá-lo quando for resolver seus problemas seculares. Invista no Reino de Deus, pois Ele sempre recompensará àqueles que, de bom grado, investem em Seu Reino.
Muitos ainda acham que fazer missões é passar o ano todo se preocupando com os afazeres e num momento isolado em que é promovida uma "Viagem Missionária" participar desse evento. Definitivamente, não! Missões deve ser feita com responsabilidade e não como uma brincadeira ou como um lazer.
Algumas pessoas precisam entender que tudo deve ser feito com ordem e decência, pois o Apóstolo Paulo assim nos ensinou. Nesse sentido, a Igreja local não pode ser prejudicada em nenhum de seus departamentos ou eventos, nem muito menos esvaziada em prol de uma "viagem missionária".
Portanto, uma opção para se realizar uma preparação para uma grande evangelização é treinar o grupo no próprio bairro e também oferecer alguma capacitação dentro da leitura da Palavra dos versículos-chave do plano da Salvação: Jo 3:16; Rm 3:10, 22-23; Rm 6:23; dentre tantos outros, e até mesmo o versículo bíblico do "Ide... " de Jesus. Esperamos ter contribuído para uma reflexão sobre como e onde verdadeiramente devemos nos preocupar mais em fazer missões!!!

sábado, 13 de março de 2010

CARACTERÍSTICAS DE UM AUTÊNTICO LÍDER

Diante de um tema tão precioso como este, exposto na Lição 11 - 14 de Fevereiro de 2010, começamos a pensar qual (is) seriam as principais características de um Líder...
Antes de tudo, é necessário frisar que o líder não pode executar as suas atividades de liderança se utilizando do autoritarismo. Pelo contrário, deve se colocar à disposição dos seus liderados, ocupando a posição de servo. Líder, de acordo com a lição é definido como o indivíduo que chefia, comanda e/ou orienta em qualquer ação. algo que nos chama a atenção é a palavra COMANDA, o líder ele não deve ser o que manda e sim o que CO-manda. Isso implica uma ação coletiva e não uma prática centralizadora de executar os serviços cristãos
Na lição, podemos perceber que o apóstolo Paulo sempre se mostrou zeloso no que diz respeito à execução das suas incumbências ministeriais. Na segunda carta do apóstolo aos Coríntios, capítulo 11, versículo 2, ele afirma "Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus;". Assim, percebemos que Paulo demosntra todo o seu apreço e atenção voltados àquele povo, como também reafirma a sua responsabilidade e compromisso de conduzir os Coríntios até a Cristo: "...para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo.".
A verdade prática da lição é enfática ao afirmar que um líder autêntico tem por OBJETIVO MAIOR servir a Deus e à sua Igreja. Hoje em dia, percebemos que muitos cristãos "servem" a Deus com a intenção de receber o reconhecimento humano, ou muitas vezes sentem-se no direito de receber a glória dos seus atos. Porém, sabemos que o único digno de receber Glória, Honra e Louvor é o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. É importante lembrarmos que Deus é Deus sem a minha pessoa e a sua pessoa. Mas o que somos, sem esse grande Deus??
Tudo que executamos em prol da expansão do Seu Reino deve ser para a Glorificação do Senhor, nosso Deus. Precisamos lembrar do versículo "Nisto é glorificado meu Pai, QUE DEIS MUITO FRUTO; e assim sereis MEUS DISCÍPULOS."(João 15:8).
Paulo deixou muitos exemplos para aqueles que desejam compreender a verdadeira essência de um autêntico líder. Dentre estas, podemos citar: humildade e compaixão; ensinos fiéis, baseados nas doutrinas Cristãs; um ministério evagellístico e de discipulado; responsabilidade e zelo; vigilância, etc.
Portanto, é importante que tenhamos em mente que tudo que fazemos aqui, em prol do crescimento da obra de Deus, não é para massagearmos nosso ego, e sim, para que o nome de Jesus seja glorificado. A partir do momento que deixarmos a arrogância e a vontade de crescer perante os homens, conseguiremos deixar cumprir o versículo em que João Batista afirmou: "É necessário que Ele cresça e que eu diminua”. (João 3:30).




Por Rosevan.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Recursos Didáticos na Educação Infantil: Ferramentas que Ensinam e Motivam.


Esse foi um dos temas abordados no 2º Seminário para Capacitação de Professores de EBD, promovido pela VINACC na versão X2 do Encontro para a Consciência Cristã 2010, e ministrado pela Profª Telma Bueno CPAD/RJ.
Ao participar deste momento de estudos com Telma Bueno, me senti muito feliz pelas abordagens trazidas por ela, e o melhor de tudo, sempre expondo bases bíblicas.
Achei muito interessante quando, logo no início da palestra, a professora afirmou que Deus é o maior Educador, pois sempre se utilizou de vários recursos para ensinar aos homens.
Uma das referências bíblicas que ela citou foi o texto de Hc. 2:2 que diz: "Então o Senhor me respondeu e disse: Escreve a visão e tornando-a bem legível sobre tábuas, para que a possa ler o que correndo passa." Percebemos neste versículo bíblico que o Senhor faz uma referência ao Outdoor, que é um meio publicitário exterior, disposto em locais de grande visibilidade, como à beira de rodovias ou nas empenas de edifícios nas cidades. É inegável que essa visão que Deus deu a Habacuque pode ser considerada como um recurso para auxiliar a compreensão da mensagem que o Senhor queria passar.
Se por um lado, os adultos têm facilidade de compreender conceitos abstratos tais como Salvação, Santificação, Redenção, etc. Por outro lado, nossas crianças têm facilidade de absorver as informações mais concretas, sensoriais. Então, faz-se necessária a utilização de recursos que possam facilitar a compreensão das histórias bíblicas pelas crianças, visto que elas aprendem melhor quando usam os 5 sentidos (visão, audição, paladar, olfato e tato). 
Uma sugestão prática que foi dada pela professora Telma foi o seguinte: para uma aula que tenha por conteúdo: A Criação, em que Deus cria todas as coisas, árvores frutíferas, lagos, frutas, etc, o professor poderia, não apenas ler a lição, mas também trazer imagens de frutas para que os alunos aguçem a visão. Para se utilizar dos sentidos gustativos (olfato e paladar) as crianças também poderiam cheirar e comer as frutas que o professor levasse para aula, ou até preparar com eles uma salada de frutas.
Somente quando pensamos na prática é que conseguimos vizualizar a grande importância de se utilizar os recursos didáticos, principalmente com as crianças de nossa igreja.
Telma Bueno lista uma série de vantagens da utilização dos recursos didáticos na EBD, e que é de extrema importância de se relacionar aqui. Vejamos:
  • Atrai a atenção das crianças;
  • Enriquece a experiência sensorial;
  • Facilita a aquisição e fixação de conhecimentos;
  • Têm forte poder motivador e é considerado uma das mais importantes fontes de incentivo;
  • Estimula a imaginação e capacidade de abstração;
  • Economiza tempo;
Assim, podemos reiterar a grande importância de se utilizar recursos didáticos com as crianças na EBD, pois mesmo que os alunos possuam várias formas de apreender os conteúdos, teremos a certeza de que estaremos contribuindo sumariamente para o desenvolvimento das competências da aprendizagem de cada aluno, bem como a sua educação cristã.

Por Rosevan Marcolino de Andrade

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Ensinar: muito mais que transferir conhecimentos

Na atualidade, vivemos um momento em que o ensino-aprendizagem está voltado apenas a perspectivas tradicionais nas quais os alunos são meras caixas vazias que devem ser preenchidas pelo professor: o “detentor de todo saber”.
Porém, precisamos compreender que o ato de ensinar não é apenas transmitir conhecimentos. Assim, o ensino cristão consiste em uma tarefa até um pouco árdua no sentido da preparação de estratégias, mas por outro lado, muito gratificante quando alcançamos os nossos objetivos.
Paulo Freire (2002) afirma em seu livro: Pedagogia da Autonomia que ensinar é criar as possibilidades para que o aluno possa produzir o saber. Nesse sentido, é necessário lembrar que o educador cristão não é o detentor de toda sabedoria. Ele não só orienta a aprendizagem, como também ajuda os alunos a formular conceitos, a despertar as potencialidades inatas dos indivíduos para que se forme um consenso em torno de verdades e eles próprios encontrem as suas opções.
A educação moderna recebeu um grande impacto quando houve um crescimento desenfreado das novas tecnologias e o aparecimento de diversos recursos didáticos para serem utilizados em sala de aula. Assim, nunca se exigiu tanto dos educadores uma maior compreensão e utilização desses recursos em suas aulas na Escola Bíblica Dominical (EBD).           
Assim, Marcos Tuler (2007) afirma que cabe ao educador cristão da atualidade a responsabilidade de melhorar a sua comunicação em sala de aula, permitindo que os alunos possam chegar a compreender substancialmente os conteúdos, alcançando com êxito a sua educação cristã. Para tanto, faz-se necessário um planejamento, uma preparação anterior à ministração das aulas.
Tuler (op. Cit.) nos mostra que é imprescindível que o professor da EBD adote uma postura que valorize o ensino participativo. Nessa perspectiva, o aluno é o foco principal e dispõe do direito de se expressar e compartilhar seus aprendizados e suas experiências, contribuindo sumariamente para o ensino-aprendizagem. Assim, podemos afirmar que a aula expositivo-dialogada ainda é um método produtivo que facilita a interação dos alunos, e com o professor da sala.
É importante lembrar que em todo o processo de ensino, em especial o cristão, a verdade precisa ser dita: quando o professor se imagina dono da verdade, rei do currículo, imperador do pedaço, acaba mendigando e se frustrando. Por outro lado, quando se apresenta cheio de humildade, de compreensão e vontade de aprender, resplandece e brilha!
Para concluir, no livro de Daniel capítulo 12 e versículo 3, temos:  “Os mestres sábios, aqueles que ensinaram muitas pessoas a fazer o que é certo, brilharão como as estrelas do céu, com um brilho que nunca se apagará.”

Por Rosevan Marcolino de Andrade